terça-feira, 12 de março de 2013

Divulgação - Ricardo Dias


Ricardo Dias começou a consumir oxigénio e outros recursos naturais em 1 de Setembro de 1978, e desde então não parou de o fazer. Reza a lenda que a sua primeira palavra foi “zero”, o que augurava coisas estranhas. Frequentou, contrariado, a escola, durante doze anos, apenas para descobrir que no ano em que ingressava no ensino superior não havia vagas no curso de assassino profissional. Assim, optou por Medicina, onde se mantém activo. Especializou-se em Medicina Legal mas o único zombie que viu até hoje foi o seu reflexo no espelho da casa de banho pela manhã. Ambiciona que a primeira palavra do seu filho seja “livro”.


Marcelina Gama Leandro: Queres-nos falar rapidamente um pouco de ti?
Ricardo Dias: Ora aí está um tópico de conversa com o qual nunca me sinto muito à vontade… Bem, não sei o que dizer de interessante. Se tivesse de ir a um daqueles concursos de dating, estava tramado, não ia conseguir impingir-me a ninguém. Ainda bem que a minha mulher não me deixa a ir a essas coisas! Bem, para parar de fugir ao assunto, sou um tipo que adora tudo o que puxe à imaginação, e os géneros de fantasia/ficção científica/horror são, para usar uma expressão cuja origem nunca entendi muito bem, “a minha praia” (o que tem piada, porque eu não gosto de praia). Adoro ler e ver filmes, bem como jogar jogos vídeo (são os meus passatempos favoritos), e também gosto de tudo o que envolva criar. Escrever, desenhar, até construir coisas em Legos. Desde miúdo que tenho esses gostos (ok, a escrita foi um “achado” de anos mais recentes). Também aprecio particularmente tudo o que envolva humor refinado (humor britânico é o meu favorito), sendo acusado frequentemente de ser gozão e de não saberem quando estou a falar a sério ou a meter-me com as pessoas. Admito que muitas vezes trata-se da segunda situação. Mas é mais forte que eu. Principalmente, tenho muita pena de não ter mais tempo para me dedicar a essas actividades, mas como a alternativa era abandonar família, amigos e emprego e nas grutas dos eremitas o sinal wi-fi costuma ser fraco, tenho que me contentar com os bocaditos que vou arranjando. Quem sabe, um dia sai-me o Euromilhões e posso largar o trabalho. Talvez comece a jogar, sempre melhora as probabilidades de ganhar um jackpot.

MGL: Como estreante por estas andanças das publicações, como surgiu a ideia de submeter à Fénix o teu conto e como correu esta experiência?
RD: Bem, isso aconteceu mais por acaso do que outra coisa… Fui apresentado ao Álvaro por um conhecido comum nosso (o Vasco, na Mundo Fantasma), que de repente me indigitou (se bem me lembro, apontou mesmo o dedo) a dizer que eu escrevia umas coisas. Sendo naturalmente tímido, tentei esconder-me atrás de um balcão de revistas, mas já estava exposto. Na altura estavam ainda a recolher material para a publicação e o Álvaro sugeriu que eu desse uma olhadela ao site da Fénix e se estivesse interessado, enviasse algum conto para apreciação. Escolhi um dos meus favoritos, naturalmente, e enviei. E como gostaram, bem, suponho que se pode dizer que a experiência correu bastante bem.

MGL: Para além da escrita, o desenho é outro dos teus prazeres, qual a importância que lhes dás no teu dia-a-dia.
RD: Mais do que a escrita, consigo dedicar-me ao desenho com mais facilidade. No caso da escrita, apenas me dedico à mesma em frente ao meu computador (não gosto de escrever à mão, estou demasiado habituado a teclados), enquanto que no caso do desenho, basta-me ter algo com que escrever e um pedaço de papel, e sai logo qualquer coisa. Em qualquer lugar. Desde miúdo que sou assim. O meu boletim de vacinas (ainda tenho o original) tem algumas amostras da minha primeira arte, quando me levavam a um restaurante, eu enchia as toalhas de papel de desenhos (com a vantagem para os adultos de que não havia Ricardo a fazer barulho), e mesmo no meu percurso escolar, enchia os cadernos e os livros com gatafunhos. Os meus professores passavam-se um bocado com isso, mas normalmente sossegavam depois de verem que isso não me impedia de tirar boas notas. Ainda hoje tenho o vício de estar a desenhar em alturas em que estou parado, por exemplo, nas reuniões de serviço no trabalho. O meu bloco de notas tem mais desenhos que apontamentos. Mas a verdade é que desenhar me acalma e até me ajuda a concentrar no que se passa à volta (se estiver a tentar só ouvir a reunião, por exemplo, passados 5 minutos estou a sonhar acordado). Quanto à escrita, é um bom escape para as minhas ideias malucas, mas é mais difícil, como expliquei atrás, dar-lhe a devida dedicação.

MGL: Tive já o prazer de ler mais contos teus, que desde já posso dizer que gostei imenso, mas fiquei intrigada, qual a inspiração para estes? Em algum ponto a tua experiencia profissional tem influência no que escreves?
RD: A minha inspiração, em geral, deriva da minha imaginação hiperactiva. A minha imaginação parece a do Calvin, no Calvin & Hobbes ou a do J.D. na série Scrubs. Se não tiver algo em que concentrar, lá está ela a tentar manifestar-se. Para além disso, foi sempre alimentada com dieta rica em livros, filmes, banda desenhada, jogos e afins. Com um regime desses, os elementos estão todos lá, e volta e meia encaixam-se em formas engraçadas. Como foi o caso desses contos de que falas. Se quiseres que seja mais concreto, no caso de “Um Dia de Trabalho”, sempre gostei da guerra eterna entre o Paraíso e o Inferno, especialmente de tudo o que diz respeito a demónios. Quanto aos conceitos finais, lembro-me de uma história que vi numa curta-metragem, há muitos anos, baseada numa história contada por uma criança, em que Deus e o Diabo se reuniam ao fim do dia, num escritório, de fato e gravata, para fazer o balanço das suas actividades diárias. Acho o conceito delicioso, e creio que me ajudou a definir o tom da história.
Normalmente, não diria que a minha experiência profissional influencia a minha escrita de um modo tão significativo como as toneladas de coisas que leio, vejo ou jogo.

MGL: Queres referir algo que te pareça importante mencionar e deixar aqui algum contacto? 
RD: Vou deixar o meu apelo: parem de ler isto e escrevam, desenhem, vão criar qualquer coisa! Nem que seja comprar uma peça no IKEA e montá-la à vossa vontade ignorando as instruções! Puxem pela imaginação, é o que faz de nós quem somos.
Quem me quiser contactar (nem que seja apenas para me chamar “palerma”), pode fazê-lo através do mail

(c) todos os desenhos são da autoria de Ricardo Dias. 

domingo, 10 de março de 2013

Divulgação - Ana C. Nunes

Ana C. Nunes escreve maioritariamente romances, mas também muitos contos e algumas Bandas Desenhadas. Escreve, fantasia e ficção científica, embora por vezes se aventure também na ficção contemporânea. Em 2006-2007 escreveu o guião para a BD “Que Sorte a minha” (Jornal Barcelos Popular); em inícios de 2013 publicou um conto na antologia “Lisboa no Ano 2000” (Saída de Emergência) e irá publicar o seu romance “Angel Gabriel – Pacto de Sangue”, e um conto na antologia “Erótica Fantástica – Volume 2” (Editora Draco). Mantém, desde 2008, o blog: http://capala.wordpress.com e desde 2009 o blog de opiniões literárias: http://florestadelivros.blogspot.com/

Marcelina G. Leandro: Será que nos queres falar um pouco de ti?


 Ana C. Nunes: Nascida na cidade do galo, em 1983, cresci no meio de muita banda desenhada, mas foi apenas aos 13 anos que senti o apelo do desenho e, 1 ano mais tarde, o da escrita. Costumo dizer que tudo começou por rivalidade, e é bem verdade. Tinha uma colega de turma que era boa a desenho e escrevia ficção, e eu queria ser melhor que ela, por isso fui entretendo as minhas veias literárias e desenhistas, até que não podia mais parar. Desde então passei por várias fases artísticas: primeiro foram as histórias ilustradas, depois a banda desenhada, até que o bichinho da escrita tomou o pódio e por lá ficou. Continuo a gostar de BD e ilustração, mas a escrita está acima de tudo isso.

MGL: Estás neste momento a preparar o teu primeiro livro, "Angel Gabriel", é este o nome definitivo? Em que ponto é que está? Como nasceu? E o que esperas com este teu primeiro livro?
ACN: O título definitivo é "Angel Gabriel - Pacto de Sangue". O livro está praticamente pronto, faltando limar-lhe umas arestas em alguns capítulos extras. Como estou a trabalhar também na tradução para inglês, isso está a atrasar um pouco o processo, mas é minha intenção lançar a versão portuguesa antes do fim do mês de Março (2013). Esta história nasceu em 2005, quando três personagens surgiram no papel, sem pré-aviso. Eram estas: Angel, Gabriel e Davet (os dois primeiros são protagonistas). A partir destas personagens, surgiu a história, mas só em 2008 começaria a escrever o romance e desde então reescrevi e revi várias vezes o romance, até chegar a uma versão que me agradasse. Quanto às expectativas, sinceramente não espero grande coisa. Bem sei que ao não ser lançada por uma editora, corro o risco do anonimato. No entanto prefiro ter o livro em ebook, disponível para quem quiser, ler, do que tê-lo parado, a ganhar pó, numa gaveta qualquer. Não fazia sentido, já que acredito que é uma história que vale a pena ser contada.

MGL: Tens também vários contos publicados em antologias. Qual a tua experiência com essa faceta dos concursos e da publicação em antologias?
ACN: Em antologias, para já só tenho um conto no "Lisboa no Ano 2000", e ainda este ano sairá outro, se tudo correr bem, no "Erótica Fantástica - Volume 2". Assim sendo, a minha experiência ainda não é grande, no entanto posso dizer que ambas as selecções me apanharam um pouco de surpresa e que, na primeira, a organização esteve sempre acessível e disposta a ajudar, já na segunda, em certos momento, tive um pouco de dificuldade em contactar os organizadores, mas, eventualmente acabaram por me responder e esclarecer-me as dúvidas. Publicar contos em antologias é sempre bom pois podemos ficar associados a autores já consagrados, a boas casas editoriais e divulgamos a nossa escrita a leitores que, possivelmente, nunca alcançaríamos de outra forma. A nível de concursos, tento sempre ter cuidado com as regras. Antes de concorrer tento pesquisar informação sobre a editora e os organizadores, para tentar saber se não se trata de um daqueles esquemas em que todos os que concorrem são seleccionados e depois os autores ainda têm de pagar para receber um exemplar, e direitos autorais, nem vê-los. Para quem, como eu, não está disposto a pagar para ser publicado, há que ter atenção às entrelinhas dos regulamentos dos concursos.

MGL: Para alem da escrita tens outro talento, o desenho, neste número dás cor a um dos trabalhos da Ana C. Silva, e tens vários outros projectos com capas tuas, queres falar um pouco desse teu lado? O desenho complementa a escrita?
ACN: Tal como referi acima, o desenho foi a minha primeira paixão, por isso tenho-o num cantinho muito especial do meu coração. Por mais que a escrita me dê gosto, há sempre um burburinho a chamar-me para a ilustração e para a banda desenhada. Sou auto-didacta, tanto a nível de desenho como de pintura digital, e gosto muito de ir explorando técnicas que não domino, daí que seja sempre um prazer colaborar com outros artistas, como foi o caso da Ana C. Silva ou ainda da Natacha Salgueiro, como quem fiz uma BD de +150 páginas, entre 2006-2007. Adorava poder trabalhar na área da ilustração, mas para já a oportunidade ainda não surgiu. Ocasionalmente, faço ilustrações para fanzines, e também trabalho muito em ilustrações e estudos de personagens para os meus próprios livros. Presentemente estou a estudar capas para "Angel Gabriel - Pacto de Sangue" e publiquei na Nanozine 8, duas ilustrações relacionadas com o livro. Nesta vertente, sem dúvida que o desenho vem complementar a minha escrita e tenho, inclusive um livro já escrito, que pretendo vir a lançar com ilustrações incorporadas. Apesar de "V.I.D.A." ser um livro para todas as idades, acho que até mesmo os adultos gostam de apreciar ilustrações. Afinal, antigamente, os romances eram frequentemente acompanhados de ilustrações, como as obras de Jules Verne, Jane Austen, etc. Com o tempo essa vertente foi sendo relegada apenas para os livros infantis e infanto-juvenis, mas acredito que os adultos também estarão receptivos.

MGL: Queres referir algo que te pareça importante mencionar e deixar aqui algum contacto?
ACN: Para a Fénix 2, o desafio era escrever um micro-conto, cujo tema fosse livros. Como amante de literatura, queria escrever mais, aprofundar melhor a história; no entanto o micro-conto, além de um desafio estimulante, obriga também a um esforço adicional para que seja sucinto. Foi uma experiência muito curiosa, e agradeço-te o feedback que me permitiu melhorá-lo. Os livros são sempre uma grande fonte de inspiração para os escritores e é sempre bom recordá-lo. Se estiverem curiosos sobre os meus trabalhos/livros, podem visitar o meu blog: http://capala.wordpress.com/ ou a minha página de facebook: https://www.facebook.com/anacnunesauthor . Encontrarão informações sobre os meus livros e alguns contos grátis. Leiam muito!

sábado, 9 de março de 2013

Opinião Crítica - Fénix 2

Recebemos hoje a primeira opinião crítica da Fénix número dois. Agradecemos desde já ao Jackolta as suas simpáticas palavras que muito nos orgulham. Podem encontrar a opinião crítica na integrada no blog http://jackolta.blogs.sapo.pt.



Um fanzine excelente que muito me divertiu.Nota 5/5.
«A capa do fanzine é deslumbrante. Aquece o coração sempre que o pego para ver. Laboriosa, maravilhosa, o estilo de Art Noveau que sempre encanta, um excelente trabalho gráfico da Ana C. Silva.»

«A escuridão, de André Carneiro - 5*
Logo na primeira página, logo no primeiro parágrafo, fiquei totalmente adicto. Com facilidade compôs a imagem e só me fazia interrogar "porquê" a cada novo fenómeno que o autor apresentava. Tão estranho e singular. Prossegui entusiasmado na leitura, expectante pela sua resolução. A escrita contribui muito para embrenhar nessa terrífica realidade.»

«Um dia de Trabalho, de Ricardo Dias - 5*
(...) Há momentos hilariantes e a imaginação do autor é prodigiosa, elaborou um plano deveras demoníaco, há tanta coisa preparada para o momento certo. Quem lê policiais não deverá ver nada de novo - mas ainda assim. (...) A terceira parte é fabulosa, para mim é um final brilhante.»

«O estranho livro sem palavras, de Ana C. Silva - 4*Gostei bastante, foi uma aventura. Um ritmo rápido, tive que ir a correr atrás da protagonista. Momentos houve em que pude respirar.»

«A passagem secreta, de Sara Farinha - 5*Um desenrolar interessante de acontecimentos até um final assombroso.»

«Uma demanda Literária, de Joel Puga - 4*Gostei bastante, eu imaginava-me perfeitamente nesse mundo. A história é interessante e deu-lhe vida.»


«O livro termina com correspondência trocada entre Romeu de Melo, autor de ficção-científica, com o editor norte-americano Clifford D. Simak, onde vislumbramos o parecer elogioso do editor sobre a FC portuguesa; »


sexta-feira, 8 de março de 2013

Divulgação - Vitor Frazão

Vítor Frazão, arqueólogo, nascido a 16 de Junho de 1985, na Caldas da Rainha. Autor do livro “Crónicas Obscuras – A Vingança do Lobo” e vários contos de dark fantasy. Para mais informação sobre as obras do autor podem consultar a página do Goodreads. Na Fénix nº 2, Vitor Frazão participa com um conto curto na temática Livros, "Mundos em Mundos".



Marcelina Gama Leandro: Queres-nos falar rapidamente um pouco de ti? 
Vitor Frazão: 16 de Junho de 1985, em pleno Bloomsday, às 13h38, nasceu uma bola de cabelo que mais tarde recebeu a denominação de Vitor Frazão. No dia seguinte foi lançado o Discovery Channel. Coincidência? É possível. Esta é aquela parte em que digo que escrevo desde pequenino? Sorry, não é verdade e se fosse provavelmente não seria grande motivo de orgulho. Pouco para dizer. Fui criado em São Martinho do Porto, onde de uma criança que via demasiada televisão me tornei num adulto que lê demais (pelo menos é o que me dizem, a mim parece sempre pouco). Ganho a vida como arqueólogo, ou seja, a maior parte do tempo estou nesse “belo” mundo de acompanhamento de obras, onde entre aprender uma lista infindável de piropos e evitar olhar para regos tento arranjar uns trocos para as Finanças terem o que palmar.

MGL: Para alem de vários contos publicados tens também o "A Vingança do Lobo", queres falar-nos do teu percurso como escritor, e para onde esperas caminhar como tal?
VF: Meti-me na escrita de um modo muito ingénuo e acabei por ser vítima dos tubarões que hoje sei que povoam o meio, alimentando-se dos sonhos alheios. Aprendi a lição, embora provavelmente precise de anos para livrar-me do estigma desse erro inicial, se o conseguir de todo. Evolui desde então e espero continuar a fazê-lo até morrer ou ficar sem narrativas para contar, o que vier primeiro. Não me iludo, ainda há muitas arestas a limar.

MGL: Persegues o teu sonho, "Viver do que escrevo", quando é que desejo por ser escritor começou e quão perto achas que estás? Em Portugal achas possível alcançares tal desejo?
VF: A minha situação mudou um pouco desde que verbalizei esse sonho pela última vez. Escritor quererei sempre, mas a ideia de viver disso foi enterrada a partir do momento em que se tornou prejudicial à própria escrita. Durante a perseguição desse sonho acabei por dar por mim a gastar menos tempo a aperfeiçoar a escrita e mais a tentar criar uma “fanbase” através da blogosfera e afins. A partir daí deixou de fazer sentido para mim. Afinal, o sonho de viver do que escrevo nasceu do desejo de poder dedicar-me em exclusivo a criar narrativas, gastar o pouco tempo que tenho para escrever noutra coisa é ridículo. Além de parecer que quero construir um arranha-céus a partir da agulha em vez das fundações. Se acho possível viver de escrever em Portugal? Acho. Não é fácil, mas há quem o faça. Acho possível no meu caso? Suponho que uma parte de mim ainda quer acreditar nessa possibilidade… Contudo, neste momento, prefiro pensar assim: escrever é a prioridade, tudo o resto secundário.


MGL: Onde é que podemos ver mais o teu trabalho representado?

VF: Neste momento a maioria dos meus contos encontram-se em diversos volumes da Nanozine e no blogue Fantasy & Co., projecto para o qual foi convidado há pouco menos de um ano. Também participei no Conto Fantástico nº 3 e na antologia Dragões da Editora Draco. Aliás, o conto da última é protagonizado pelas mesmas personagens de “Mundos em mundo” da Fénix nº 2. Gostaria de aumentar o leque de participações em outros projectos, ao ponto de responder a esta pergunta se tornar praticamente impossível.

MGL: Queres referir algo que te pareça importante mencionar e deixar aqui algum contacto?
VF:  Free Tibet! Não? Ok, é melhor não. Não quero chatear os nossos futuros overlords. Jovem escritores, não sejam parvos! Sei que o desejo de publicar é grande, mas pensem antes de agir e tenham cuidado. Acreditem os erros pagam-se caro e não falo apenas de “graveto”. Pagar para escrever não é, nem deve ser considerada a regra. Contactos. Embora o blog “Crónicas Obscuras” esteja suspenso, continua a ter por lá mais de 400 posts sobre o universo literário a que pertence “A Vingança do Lobo” e a grande maioria dos meus contos. Senão podem sempre dar um saltinho a “Fantasy & Co.” e comentar o que publicamos por lá. Aproveito também para dizer que Hugin e Munin, os protagonistas de “Mundos em mundos” aparecerão em contos por lá. Se gostarem deles, venham visitá-los e aproveitem para dizer se estão interessados em ver mais da dupla.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Locais de Venda - Fénix nº 2



A partir de sexta-feira, dia 8 de Março poderão adquirir o vosso exemplar da Fénix (número 1 e número 2)  na livraria Mundo Fantasma, no shopping Brasília na cidade do Porto.